quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Pode ser que seja...

Eu espero tudo da vida e ao mesmo tempo não espero nada…
Espero que a Internet funcione… caso contrário eu leio um livro, ou então a revista de programação artística da cidade. A fronteira entre o poder tudo e não poder nada é extremamente criativa se olharmos pra ela e suspeitarmos que ela seja a única alternativa. É assustador por alguns segundos, como o momento em que o foguete está deixando a órbita terrestre ,mas, depois revela um cenário de paz e mergulho calmo no que não existe, mas é cheio de sentido…
Não sei o que é, mas, é bom. Bom é terminar um dia de trabalho com vontade de tudo ver e sentir. Quero provar novos sabores, texturas e odores, mas pra onde vou? Será que é seguro? Será que pode?

Mãe você deixa? To indo pro cinema sozinha, na sessão de 21:30, mas, antes eu vou passar no restaurante e tomar uma taça de vinho… sozinha mãe…!

E se minha mãe achar o máximo é com essa roupa que eu vou para os próximos bailes. Vou dançar todas as danças e quando cansar, eu paro e tomo um drink, uma água, ou finjo que vou ao banheiro e fico sem fazer nada olhando todos e ninguém no mar de gente e reflexões que ás vezes é deserto seco e silencioso.

A sessão vai começar… pode ser que eu vá ao banheiro… ou não…
Pode ser que eu retoque a maquiagem ou simplesmente vá me certificar que eu sou eu.
Sou o eu que sempre quis ser.

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